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“Meu forte são músicas em defesa da pipa”: conheça o Formiga MC

17.09.2021 | Por: Redação

Sextou com corre foda aqui no Conte Aqui Sua História, o espaço da KondZilla reservado para você que quer inspirar alguém com a sua história. Quem aparece por aqui hoje é o Formiga MC, funkeiro, rapper e militante das pipas. Pega a visão:

Salve! Eu sou o ​​Aílson Gomes da Silva, vulgo Formiga MC, tenho 39 anos, e sou da Vila Mangalot, Pirituba, São Paulo. Meu forte são músicas em defesa da pipa como esporte e folclore. O começo da minha infância foi complicado. Eu nasci de sete meses, fiquei muito tempo aos cuidados da minha mãe e do meu pai em casa mesmo. 

Minha família é toda de cantores e compositores de samba. A minha infância sempre foi muito ligada à pipa, sempre empinava pipa nos campinhos com o pessoal e com meu pai. Sempre fui sonhador e sempre gostei de ajudar as pessoas.

Na realidade, sempre gostei muito de música, todas as vertentes. Tenho história também no rap, que começou lá pelos anos 2000. O Sabotage era meu amigo e me dava espaço nos shows dele. Lancei meu primeiro funk, “Pipeiro Não Criminoso“, em 2013. A música andou super bem e esse ano eu lancei a “Pipeiro Não Criminoso Parte 2“, que também está rodando bastante nas festas aqui do bairro. O pessoal sempre me chama pra tocar. Já toquei na Tijuca e no Morro do Borel, no Rio de Janeiro, e em vários lugares. Hoje em dia estou mais envolvido com rap e trap porque é o que a galera anda curtindo. 

Comecei a ouvir funk antigamente, lá na época do DJ Marlboro, MC Marcinho, MC Sapão e Claudinho e Buchecha, sou bem desse tempo. Depois fui conhecendo o pessoal que veio depois, o MC Rodolfinho, o Guimê, MC Pedrinho, tive o prazer de conhecer o MC Kevin, MC Hariel quando ele tava começando, MC Davi. Eu cantava muito no rolezinho da cidadania, daí veio meu conhecimento com o funk. 

Uma vez tive a chance de conhecer o Kond e o MC Guimê na gravação de um videoclipe, acho que foi “Tá Patrão“. Fiz parte do casting, ajudei a gravar e cedi o meu carro, que tinha um sistema de som, pra rolar o som deles lá. 

Além do envolvimento com a música, também formei um coletivo chamado Open Mike Coletivo, faço uma festa e funk e rap pra molecada que tá começando, faço oficinas de pipa, etc. Tamo aí na atividade.

O meu maior sonho com meu corre é bem mais além que dinheiro ou fama, mas sim passar a visão através de letras e ser espelho pros mais novos sabe tipo direcionar quem a gente ama através de bons exemplos e o resto o papai do céu abençoa!”.

Se identificou com o corre dele? Manda o seu pra gente no e-mail conteaquisuahistoria@kondzilla.com e não se esqueça de nos passar o seu contato, fotos e redes sociais! 

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