Rio2C reúne painéis sobre Tom Jobim, pagode e Jorge Drexler em dia dedicado a legado, mercado e criação
O festival Rio2C dedicou um dia de sua programação a debates centrados no legado musical, nas dinâmicas do mercado e nos processos de criação. Entre os painéis realizados, estiveram temas como os 100 anos de Tom Jobim, a força econômica do pagode e a palavra como ponto de partida da canção, além de discussões relacionadas a Jorge Drexler.
No encontro sobre o centenário de Tom Jobim, os participantes voltaram-se para a importância histórica do compositor e para as formas como sua obra segue influenciando gerações. O painel abordou aspectos ligados ao legado artístico de Jobim e à perenidade de suas composições na música brasileira e internacional.
Outra sessão analisou o pagode sob a perspectiva de mercado, com foco na dimensão econômica do gênero. O debate apontou para a relevância do pagode dentro da indústria musical, considerando sua capacidade de mobilizar público, gerar receita e ocupar espaço nas estratégias comerciais do setor.
Um terceiro painel considerou a palavra como ponto de partida para a canção, concentrando-se em processos criativos ligados à letra e ao texto na composição musical. Essas discussões trouxeram reflexões sobre como o uso da linguagem orienta a construção de melodias e narrativas nas músicas contemporâneas.
Além dos temas centrais, o dia reuniu interlocuções que cruzaram questões artísticas e de mercado, propondo diálogos sobre como legado, economia e criação se interrelacionam no universo da música. A programação destacou a diversidade de enfoques adotados pelo Rio2C para mapear tanto a história quanto os desafios atuais do setor.
Imagem: Imagem Divulgação
Os painéis reafirmaram o caráter do festival como espaço de encontro entre diferentes esferas da música, reunindo debates que procuram conectar memória, negócios e práticas criativas sem perder de vista a discussão sobre continuidade e inovação no cenário musical.
Com informações de Mundodamusicamm