Paulin da Capital manda bem no samba, no consciente e no funk-pop

Autor: Gabriela Ferreira

Fotos por: Leo Caldas // Portal KondZilla

Funk Consciente | 16/08/2019 15:37:03

Anexo faltante

Peita ou respeita, esse é o lema do MC Paulin da Capital. O funkeiro da zona leste paulistana tá vindo com tudo desde o lançamento do som “VT Tá na Bota“, que com a KondZilla, já passa das 3 milhões de visualizações no YouTube. Agora, o MC tá de volta com outra pedrada: “Giro Loko” e com um contrato em mãos, já que ele é o novo contratado da KondZilla Records. Brota que o Portal KondZilla colou na gravação do videoclipe pra saber mais sobre o MC.

Pra quem acha que MC vive sempre nas roupas características que eles aparecem nos videoclipes, não é bem assim. Antes vestir uma berma, um correntão de ouro e um chinelo, Paulin chegou na gravação bem dia a dia, com um tênis, polo e um sorrisão no rosto ao ver que os amigos colaram pra prestigiar o som e participar com ele do clipe. Depois disso, foi só curtição e muito grau nas oito motos que fazem parte de “Giro Loko“.

Quem vê o Paulin assim, talvez nem imagine que o MC, que hoje tem 23 anos, começou na música cantando pagode. “Meu pai é músico então comecei a cantar desde cedo. Com uns 16 anos comecei a compor samba e pagode aí fui evoluindo, conheci o funk e gostei”, relembra ele. “Nessas comecei a escrever letra de funk e vi que eu era bom. Meus amigos também falavam que eu mandava bem e me incentivaram a continuar”.

O primeiro contato do Paulin com o funk foi por meio do funk proibidão e com os MCs Barriga e o Felipe Boladão, mas depois pegou a visão, cantando sobre o cotidiano das favelas e uma mensagem pra galera mais jovem. “Hoje em dia curto a mesma vertente que eles, a do consciente que fala mais sobre a realidade das comunidades. É isso que eu mais gosto de cantar”.

Por mais que as temáticas entre o samba e o funk sejam diferentes, pro MC não tem muita diferença entre escrever pra um ritmo ou outro. “Se tem diferença? Tudo que se colocar sentimento vai, né? Já fiz samba, pagode, reggae. Hoje to fazendo o que a galera que me aceitou gosta, que é falando do gueto”.

E como ele mesmo disse, foi a galera do funk de favela que abraçou o Paulin e foi assim que ele bombou com “VT Tá Na Bota” três meses atrás. “A gente nunca tá esperando o sucesso, né? Ele vem do nada. Foi uma surpresa boa”. O talento do MC ainda chamou atenção da KondZilla Records que o contratou como artista da casa. “Estar na KondZilla é um sonho. Acho que todo MC quer estar aqui”.

É claro que esse é apenas o começo da carreira do Paulin da Capital e ainda tem muita coisa por vir pra galera que acompanha ele. “É uma sensação muito gostosa ter fãs porque eles curtem um barato que você fez. Sempre quis ter isso”.

Depois de passear por tantos ritmos musicais, Paulin ainda mira no funk-pop. “Comecei no pop e não deu certo, mas quero tentar de novo. Seja o que Deus quiser. Tem muita água pra rolar e vai dar tudo certo”.

Acompanhe o MC Paulin da Capital: Instagram // Facebook

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