Carolinne Silver dá o papo sobre quarentena e o futuro da carreira
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- Por Gabriela Ferreira

Carolinne Silver dá o papo sobre quarentena e o futuro da carreira

A quarentena fez todo mundo se adaptar a uma nova rotina, daqueles que começaram a trabalhar de casa ou tiveram que mudar a rotina, a pandemia mudou o nosso dia a dia. A mesma coisa aconteceu com a Carolinne Silver, youtuber com mais de 2 milhões de inscritos, conhecida por fazer conteúdo de funk, e cantora, que tem conquistado seu espaço no funk e já acumula alguns milhões com “Ponto G” (2 milhões), com a MC Henny. Chega mais.

Antes de se lançar como cantora, Carolinne ficou conhecida por causa de seu canal no YouTube, que tem quase 3 milhões de inscritos e 4 anos de conteúdo postado. “Comecei a gravar escondido da minha mãe e viralizei fazendo vídeo de playlist de funk. Depois com um vídeo imitando MCs“, conta a youtuber sobre o começo de sua caminhada no funk. “Lancei algumas músicas no meu próprio canal, mas precisava de mais coisas. Agora to na Love Funk e tamo andando com os trabalhos”.

Carolinne começou a cantar com seis anos, com 12 gravou a primeira música e fez o primeiro show em Osasco, onde ela morava antes de se mudar pra Zona Leste de São Paulo. Um dos sons que ela lançou em seu próprio canal, “Tá Chovendo Homem“, tem mais de um milhão de views e o hit “Ponto G“, com a MC Henny, no canal da Love Funk, tem mais de dois milhões.

Porém, com a chegada do novo coronavírus no Brasil, a carreira teve que dar aquela brecada. “No começo eu achei que ia passar rápido, sempre fazia chamada em vídeo com os amigos, fiz muito Tik Tok e atualizei minhas séries. Eu tenho um problema que eu não curto ficar parada, gosto de estar na ativa fazendo as coisas que eu gosto. Ficar só em casa sozinha bate muito desânimo, ai foi que eu decidi ‘voltar com o canal’, que tava parado há um mês”, comenta Carolinne sobre o que tem feito na quarentena.

O medo da pandemia, a vontade de sair e o tédio tem feito muita gente ficar com o psicológico abalado. “Melhorei muito meu psicológico depois que eu mudei pra ZL. Minha mãe me ajuda bastante, quando ela vê que eu to muito deitada sem querer fazer nada, ela me dá ideias de conteúdos pra gravar. E eu também converso com meus amigos e vejo que tá todo mundo no mesmo barco”, diz ela sobre como tem feito pra não cair na bad durante esses dias.

“Tenho muita saudade de fazer show, de ir pra rolê, ir pra praia, andar na paulista no domingo, das minhas aulas de teatro”, comenta Carol sobre a rotina que sente falta. Por enquanto, ela tem sonhado com o futuro na música e continua trabalhando com o Instagram e o YouTube. “Gravei dois clipes, todos com muito cuidado e equipe mega reduzida. Em ‘Mandrakona‘, eu quis representar bem as minas e já está com mais de 200 mil visualizações em menos de um mês, sem eu nem ter música estourada ainda, espero que vire hit”.

Além de pensar alto na carreira de cantora e a vontade de voltar pra vida normal, Carolinne ainda espera que as pessoas tenham aprendido com a pandemia. “Espero que as pessoas tenham aprendido a dar valor às coisas mínimas que é o toque e como ele é importante”.

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