Microempreendedores que estão revolucionando a quebrada
- Por Wendell Filho

Microempreendedores que estão revolucionando a quebrada

Lista de microempreendedores que mudaram a sua vida e a vida de todos da suas quebradas.

Durante o evento da Expofavela nos dias 15 a 17 de Abril, muitos microempreendedores de quebrada mostraram seus negócios e a maneira que revolucionaram suas quebradas; Com uma nova perspectiva para o mercado de criatividade e inovação.

Acompanhe um pouco de jovens promissores e seus trabalhos incríveis:

Forma pelo Futebol: A ideia de um professor e a mão de obra de um pai de um dos CEOs do projeto mudou a vida de muitos jovens, forma pelo futebol é uma startup que auxilia no desenvolvimento de jovens da periferia através do esporte.

Sendo um programa gamificado para o desenvolvimento de jovens tanto em presencial quanto por palestras e workshop. Com base e segmentos estratégicos, para que crianças e adolescentes da periferia consigam se preparar melhor para o mercado de trabalho.

Microempreendedores de São Paulo:

Afroperifa: Will um jovem da periferia consegue desenvolver e trabalhar sua arte a favor da moda em sua quebrada. Criando assim a Afroperifa uma marca voltada a comunidade negra e de quebrada.

O desing destaca que a principal ideia para o surgimento da marca, veio pela grande necessidade de agregar com todos os jovens negros de sua quebrada através da moda e mostrar a representatividade para o corpo negro.

Hoje a marca já possui um espaço físico, sendo um dos grandes pontos culturais de sua região, promovendo além de moda periférica, saraus, palestras, e trazendo outros microempreendedores a fim de trocar informações.

Com isso, um dos grandes focos da marca é além do impacto social é destacar e visibilizar a mão de obra periferia, e hoje o projeto já conta com grandes departamentos sendo um dos colaboradores em todos os desing’s da linha “Todes na moda”, com C&A.

Monomito Filmes: O projeto se iniciou em 2017 a fim de retratar algumas Histórias pela visão do audiovisual dentro da quebrada, com um dos grandes reconhecimentos por MC’s locais foram ganhando notoriedade pelo trabalho. Porém com a chegada da pandemia a empresa teve que dar uma pausa por motivos de cuidados e preservação.

Agora, novamente se mostrando o no mercado, a marca começa a ativa novamente, agora trabalhando com marcas e se desenvolvendo dentro do mercado novamente.

Salve Favela: Josiberto Oliveira, um dos moradores da zona sul de SP é o fundador de uma plataforma para marketing place.

Com o intuito de desenvolver e aprimorar o consumo de vender através da plataforma. Fornecendo além da venda entre os consumidores do programa, cursos e workshops. Com um valor bem acessível e voltado para o público periférico.

Todos os empreendedores conseguem ter a troca de informações com grupos diversos para aprimorar o desenvolvimento de suas marcas. Com uma área para o internamento social disponível para essa troca de experiências.

Tendo o grande ponto diferencial em ser voltado aos pequenos empreendedores, dando a oportunidade de todas as marcas pequenas estarem em iguais oportunidades, divergindo todo o mercado de empresas.

Com mais de 14 milhões de pessoas dentro de periferias a ideia vem para revolucionar o mercado, com o nome forte para o programa e dar a chance para novos empreendedores

Art Mind: Gustavo e Nei um casal Homossexual resolvem montar uma marca em plena Pandemia voltada ao publico LGBTQIAP+. Surgindo assim surge o projeto da Art mind, uma produtora voltada a visibilizar artistas independentes.

Com mais de 50 projetos atualmente, a empresa fornece todo o suporte e ajuda na chegada de artistas para o main stream, e até mesmo a reciclagem desses artistas como : projetos, lives e outras formas de divulgação.

Dentro disso a empresa possui o “Prêmio Biscoito”, sendo a primeira premiação LGBTQIAP+. Juntando grandes artistas com artistas menores a fim de apoiar o trabalho de diversificado dentro do meio das mídias sociais.

Sendo artistas independentes, e fornecendo a rentabilidade para novos artistas.

Matulas da Nêga: Suellen Maristela uma gastrônoma preta. Que traz a proposta de montar um veículo para ensinar a favela a fazer o total reuso dos alinhamentos.

A proposta da gastrônoma é transmitir o conhecimento para o uso integral do alimento, para as comunidades em geral, o projeto já possui 10 anos trabalhando com eventos, Coffee break, kit lanche e dentre outras pautas.

Créditos: Wendell Filho

Sendo uma das finalidades transformar todos os residentes de favela a saber realmente utilizar o alimento. E desenvolver mais microempreendedores gerando mais economia dentro da Favela.

Riddim clothing: Monica Barbosa, uma mulher preta de periferia, mostra um pouco de seu universo da moda de alta costura, em sua marca “Riddim clothing”.

Uma marca majoritariamente formada por mulheres da favela. Com um olhar de mostrar um pouco da alta costura para a própria comunidade e mostrar a potência da moda dentro de outros núcleos.

Fazendo que a favela consiga mostrar e entregar conteúdos de alta qualidade e se destacar por essas coisas.

Dentre isso, a empresa se destaca em grandes eventos de moda, além de não ter parado em nenhum momento da pandemia e sim se reencontrarem como marca e trabalhar remotamente de casa.

Microempreendedores de outros Estados:

Badu design circular: Uma mulher negra iniciou uma empresa com apenas 30 reais. E fez a diferença em sua comunidade, através da reciclagem.

Ariane Santos, uma mulher cheia de sonhos e objetivos, conseguiu transformar e modificar todos os materiais biodegradáveis, transformando em peças de arte para colorir a vida de toda sua comunidade.

Sendo assim o negócio voltado totalmente ao impacto socioambiental e economia circular e mobilidade social.

Reis da Rua 079: Cleiton Carneiro dos Santos, é um morador de uma das favelas do Sergipe. Que através da música consegue desenvolver uma marca de roupas.

Ele sempre foi um artista independente, que com parceria de gravadoras de rua desenvolve através das letras uma moda de grafitagem em peças de roupa, formando assim os “Reis da Rua 079”, onde dentro da loja, convida mc ‘s, pichadores e dentre outros cantores marginalizados.

O objetivo é transformar a moda, em uma marca para todo o Brasil, desenvolvendo o projeto para todas as regiões. Devido ao cenário do Hip Hop ser bem forte no nordeste.

Hoje a marca já possui até canal no YouTube, desenvolvendo os projetos sempre em collabs com artistas. Com a produção das peças sempre sendo lançadas com a música do cantor.

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