Incêndio atinge Hospital Badim no Rio de Janeiro e deixa 11 mortos

Autor: Redação

Fotos por: Fernando Frazão // Agência Brasil

Notícias | 13/09/2019 12:01:03

Anexo faltante

Um incêndio de grande proporção atingiu o Hospital Badim, localizado na zona norte do Rio de Janeiro, próximo ao estádio do Maracanã na noite de quinta-feira (12). A princípio o fogo começou por volta das 18h30 no prédio mais antigo do hospital aberto em 2000 e as chamas acabaram se alastrando pelo restante da estrutura, o hospital Badim é dividido em dois prédios. Segundo os bombeiros, 11 pacientes morreram por asfixia causada pela fumaça. O número de feridos não foi divulgado.

De acordo com a direção do hospital, a suspeita é que um curto-circuito em um gerador no prédio 1 tenha causado as primeiras chamas. O hospital contava com 103 pessoas internadas e 224 funcionários trabalhando no momento do incêndio.

As 11 vítimas fatais eram todas pacientes. Às 7h da manhã da sexta-feira (13), os bombeiros disseram ter encerrado as buscas por mortos, que agora passam por identificação. Dois já tiveram os nomes divulgados: Irene Freiras de Brito, 84 anos, e Luzia dos Santos Melo, 88 anos.

Socorro aos pacientes

A unidade foi esvaziada e os demais internos resgatados chegaram a ficar nas ruas próximas ao hospital, em macas e colchões. Enfermeiros, médicos, bombeiros e moradores da região ajudaram acomodar os pacientes.

Segundo os bombeiros, cerca de 90 dos 103 pacientes internados foram transferidos para as seguintes unidades de saúde:

  • Anexo do Badim – que não foi atingido no incêndio;
  • Hospital Universitário Gaffrée e Guinle;
  • Hospital Israelita Albert Sabin;
  • Hospital Municipal Souza Aguiar,
  • Hospital Copa D’Or;
  • Hospital Quinta D’Or;
  • Hospital Norte D’Or;
  • Hospital Caxias D’Or;
  • Hospital São Vicente de Paula.

Moradores vizinhos precisaram deixar suas casas rapidamente. O motivo da pressa foi o medo que as paredes que ficam coladas ao hospital pudessem desabar.

A energia elétrica foi desligada pela Light, companhia de luz da região, para que as mediações do hospital não sofressem curto-circuito novamente e assim facilitar o trabalho das equipes de atendimento e resgate.

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