Dividido entre a reciclagem e o funk, MC Kibom quer mostrar pra todos que é possível
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- Por Redação

Dividido entre a reciclagem e o funk, MC Kibom quer mostrar pra todos que é possível

Hoje não sexta, mas há uma boa história do Conte Aqui Sua História, que não pode esperar! Esse espaço da KondZilla é dedicado pra você contar sobre seu corre e inspirar outras pessoas. Quem aparece aqui nessa semana é o MC Kibom, diretamente de Santo André, região do ABC Paulista. Se liga na história:

“Meu nome é Gabriel Maciel da Silva, mais conhecido pelo vulgo MC Kibom. Tenho 23 anos e moro em Santo André, São Paulo. Comecei a cantar com 12 anos nas apresentações da escola, onde comecei a fazer as minhas primeiras composições. Mas comecei a gravar músicas e a trabalhar minha carreira no funk a partir dos 15 anos.

Sempre me inspirei no MC Daleste, no MC Dede, Felipe Boladão, Neguinho do Kaxeta, entre outros. Comecei escrevendo funk ostentação e consciente. Também já cheguei a escrever umas mais dançantes na época que tinha os bondes que dançavam, e tal. Sempre fui de analisar o mercado pra saber o que está rolando.

Pra poder ter dinheiro pra produzir as músicas, divulgar, etc, comecei a trabalhar numa marcenaria. No meio do caminho, em 2016, conheci a Liga do Funk, uma escola que ajudava muito geral de qualquer área do funk que queria ter mais conhecimento do mundo da música.

Foi lá que tive uma grande oportunidade de participar de uma entrevista no “Fantástico”. Até o Kond apareceu nessa matéria e isso me ajudou muito a conseguir  uma visibilidade. 

Hoje estou trabalhando na reciclagem junto com meu pai, onde nós tiramos o sustento da família. Também consigo um dinheiro pra fazer as produções das minhas músicas e videoclipes. 

Minha maior missão no funk é poder ser inspiração pra todos e mostrar que é possível. Já vi muitos começarem no funk depois de mim e parar no meio do caminho. Eu tô na luta pra mostrar que é possível e, claro, poder proporcionar o melhor pra minha família”.

Se identificou com o corre dele? Manda o seu pra gente no e-mail conteaquisuahistoria@kondzilla.com e não se esqueça de nos mandar seu contato, fotos e redes sociais!

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